“Não preciso de dinheiro, prefiro aguardar e não ter desconto”

Aperto de mão

Estar com a vida financeira em dia, sem dívidas e com algum dinheiro guardado, certamente é algo muito gratificante e o que todos buscam diariamente. Infelizmente, essa é a realidade de poucos, sobretudo no Brasil dos últimos anos, em que o nível de endividamentos das famílias só tem aumentado, batendo recordes. Ainda que tudo esteja em ordem, nunca se sabe os
imprevistos que podem surgir.

Por isso, uma das situações em que os titulares de precatórios descartam a possibilidade de venda desses créditos judiciais, descrita no título do texto, “Não preciso de dinheiro, prefiro
aguardar e não ter desconto”, deve ser sempre bem pensada e reavaliada constantemente.

Um conceito importante da educação financeira, e que todos deveriam conhecer, é o de “liquidez”, que, em poucas palavras, significa a rapidez com que se consegue converter um
determinado bem em dinheiro. Ou seja, quanto tempo é preciso para receber algum dinheiro em mãos em troca de algo que se possui.

Ao se fazer essa pergunta em relação a um precatório, a resposta é preocupante. Ainda que o crédito do precatório seja alto, o que é muito positivo, o recebimento do valor é
indeterminado, fazendo com que a liquidez desse ativo seja praticamente nula, uma vez que depende de pagamento a ser realizado pelo Poder Público, que segue uma fila regida por
determinações da lei, prioridades e previsões orçamentárias.

Assim, diante de uma urgência financeira, o titular de um precatório pode ficar em uma situação ruim, pois, apesar de possuir um crédito, não pode fazer o uso necessário do mesmo.
E nessas condições pode acabar refém de um empréstimo bancário inesperado, com parcelas infindáveis, juros altos e toda a história que já se conhece.

Para se ter uma ideia, de acordo com o Banco Central, a taxa média de inadimplência registrada pelos bancos brasileiros nas operações de crédito subiu para 2,5% em janeiro de
2022, sendo a maior desde agosto de 2020. Resultado de um cenário econômico ruim e de falta de planejamento do brasileiro em relação às próprias finanças.

Escolher pela cessão de crédito de precatório, na maioria dos casos, é uma alternativa mais benéfica do que aguardar até o fim do processo somente para fugir do deságio, ou seja, do
desconto decorrente da antecipação do valor a ser recebido. Tanto quem tem algum dinheiro guardado, quanto quem não tem nenhuma reserva, pode se beneficiar pela liquidez de um
dinheiro que não tinha previsão para chegar, por estar paralisado em um processo judicial.

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